EI, AMIGOLAS! NO TWITTER, O ADOLAR GANGORRA é "1 FILME EM UMA FRASE!"

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No Twitter, Adolar Gangorra é "1 Filme Em Uma Frase!" ( @UmFilmEmUmaFras ). Sim, amigolas! Adolar Gangorra vai ao cinema sem cueca pra pegar um ar gelado nas bolas e sempre dorme. Depois sai contando pra todo mundo só a parte que ele viu...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

BRASÍLIA É UMA MERDA!


Brasília é uma merda? O brasiliense é um povo legal? Em mais de 50 anos de vida, não se amalgamaram solidamente ainda qualidades originais dessa cidade e de seu povinho tão bunda! Na verdade, o brasiliense não passa de um "goiano de quadradinho", que é influenciado 100% pela mineirada do interior, mas que pensa que é carioca – o que aumenta sobremaneira esse desastre! Nada contra os goianos (quando comparados aos brasilienses, é claro!), mas escolheram o "trepidante" estado de Goiás, desenharam um quadrado em cima e deu na merda que deu: Brasília! Mas é Goiás, todo mundo sabe! A paisagem é a mesma, o Cerrado é o mesmo, o meio do nada é o mesmo. Só mineiro mesmo pra achar isso aqui a melhor coisa do mundo! E, assim, todo mundo vai fingindo que não vê que Brasília é uma boa merda mesmo...
Há até um e-mail que circula por aí com umas frases que divulgam positivamente (!!!) o que significa ser brasiliense: umas coisas meio ufanistas, extremamente piegas e distorcidas que nem conseguem nem elogiar Brasília tanto assim. Mas a verdade é que o tal e-mail ignora completamente um mínimo de senso crítico de se ter nascido e criado em Brasília.
Assim, após entrevistar alguns brasilienses conscientes (acreditem, eles são muitos poucos...), este humilde e sensacional cronista compilou um nova lista mais realista, explicando na verdade o que porra é ser brasiliense...


Na verdade, ser brasiliense é:

- Ser "Con-cur-seeeei-ro"!

- Já ter ser envolvido em uns 15 acidentes de trânsito, no mínimo!

- Morar na capital do País, mas que tem um asfalto pior do que cidade do interior.

- Saber de cor uns 20 nomes de cidade do interior de Minas.

- No Carnaval, trocar porrada nos bailes dos clubes ou ir pro Eixão ver a bosta do Pacotão na chuva.

- Topar com um advogado a cada 100 metros...

- Ter ouvido a vida toda que "O céu é praia de Brasília", mas como você não é aviador nem meteorologista, sempre que dá, viaja mais de 1000 quilômetros pra se esbaldar na bosta de Iriri ou em Guarapari (cidade que reúne o melhor do Guará e o pior de Paris, o que dá na mesma merda...), no “agradável e interessante” estado do Espírito Santo.

- Ouvir "véio" e "di boa" umas mil vezes por minuto e ainda achar "massa".

- Conhecer alguém numa festa, conversar com ele/ela pelo menos 1 hora e quando, por coincidência, você encontra com essa mesma pessoa em um shopping na semana seguinte, ele/ela passa direto por você como se nunca tivesse te visto antes...

- Lembrar e sentir vergonha da Piscina de Ondas...

- Quando falam em Dom Bosco, você pensa em pizza. Depois, em Igreja. Só depois em... em... aaah... Faculdade?

- Saber muito bem que o Niemeyer seria muito melhor escultor do que arquiteto...

- Ter que aturar pessoas de outras cidades te perguntarem por que você não torce pelo Gama ou pelo Brasiliense...

- Já ter sido quase linchado no Gilberto Salomão, Pier 21 ou na Micarêcandanga.

- Ter aturado o slogan forçação de barra: "Brasília, a Capital Brasileira do Natal", apesar de saber que todo mundo some daqui nessa época.

- Viver numa cidade onde as inúmeras mulheres feias ainda têm a manhã de serem as maiores babacas!

- Ouvir que Brasília é a capital do Rock, mas saber que é aqui onde os grupos de Axé Music racham de ganhar dinheiro.

- Viver numa cidade que tem uma feira de contrabando - a Feira do Paraguai - como o terceiro ponto de maior visitação turística da capital.

- Nos fins de semana, rodar vários quilômetros à noite, passar na porta de vários lugares caídos, não entrar em nenhum deles e, finalmente, terminar a noite comendo no Sky's, Giraffas ou num cachorro-quente de porta de quadra qualquer...

- Viver em uma cidade plana, sem mar nem montanha, e, ainda assim, ter poucas vagas para estacionar. Não existe estacionamento subterrâneo e nem as "obras" mais recentes não conseguem corrigir isso. . .

- Ter que lidar diariamente com um comércio desgraçado - seguramente um dos piores do país – cujo lema parece ser: "Não tem. Não sei. Não pode."

- Saber que, tradicionalmente, toda capital de um país que se preze tem ótimos e grandes museus. Mas aqui, não... Não tem...

- Viver em uma cidade projetada, moderna e futurista mas quem tem lugares “lindos e modernos e bem cuidados” como a W3 Norte e Sul, a “sensacional e bem sucedida” comercial da 205/206 norte, o Conic e e a Rodoviária.

- Ouvir dizer direto que a cidade não tem esquinas. Mas tem gente andando na rua pra se encontrar se aqui tivessem esquinas?

- Saber que em Brasília tem um monte de surf shops e até uma Associação de SURF. Ah, então aqui, obviamente, tem praia? Ah, PRAIA mesmo não tem não...

- Viver em uma cidade projetada onde a periferia que foi surgindo sem nenhum cuidado. Não tem área verde, área de lazer e é uma das mais caóticas e fudidas do País. Só tem mesmo um “foda-se” do Governo, apesar de os moradores de lá pagarem impostos como os do chamado Plano-Piloto...

- Ser playboy e não gostar de pião. Ser pião e não gostar de playboy. Ser um ou outro e ainda sacanear goiano...

- É ver o "complexo cultural” da cidade, mais uma bizarrice arquitetônica de um velho rabugento e gagá que se achava um Deus. Sempre encardido, parece com a "Estrela da Morte", não há árvores, plantas  gramado e com a única biblioteca virtual do mundo com 4 andares, mas sem nenhum livro e que tem somente 4 vagas de estacionamento, uma delas já permanentemente ocupada por um pipoqueiro.

- Ser diagnosticado com câncer e correr de avião para os hospitais de São Paulo.

- Apelidar as ruas comerciais com nomes ao mesmo tempo óbvios e interioranos como: "Ruas das Farmácias", "Rua dos Restaurantes", "Rua da Igrejinha", "Rua das Putas", etc.

- Ter se acostumado com uma nomenclatura alfanumérica e quando você ouve nomes bizarros de lugares como "NILSON NELSON", "Águas Lindas", "Guariroba", "Recantos das Emas" percebe que não é tão ruim o SMPW, SRTVN, SHIN, SGON, etc.

- Conviver com um trânsito agressivo que volta e meio faz acidentes escabrosos, inaceitáveis, mas que infelizmente, não param de acontecer...

- Viver em um clima miserável de deserto, onde fizeram um lago artificial – mas que não adianta porra nenhuma - onde ter asma, botar sangue pelo nariz ou tomar choque na porta do carro na época da seca parece ser coisa mais normal do mundo.

- No plano urbanístico, perceber que na última década tudo que não era permitido virou..."permitido!"

- Infelizmente saber quem são Agnelo, Arruda, Roriz, Paulo Otávio, Luiz Estevão, etc....

- Mostrar a cidade para um amigo de fora, que fica perguntando quando é que você vai começar a mostrar a cidade e que chama as pistas de “estradas” e que acha que as vitrines das lojas de rua daqui uma boa merda (e o pior que o cara tá certo...)

- Ficar seis meses reclamando do excesso de chuvas e a outra metade do ano puto com o clima desértico.

- Viver em um autorama em forma de aeroplano.

- Ganhar um carro de presente do papai ao completar 18 anos por passar no vestibular, ainda que seja o da UNIP, onde até uma criança de 8 anos foi aprovada para o curso de Direito.

- É ficar 4 horas no shopping e não avistar UMA mulher gata...

- Ter ouvido a vida toda falar no Gilberto Salomão, mas não ter a menor idéia de como ele é fisicamente...

- É ter que conviver com uma juventude violenta e alienada e que, volta e meia, perpetra atos escabrosos  einaceitáveis como os casos Ana Lídia, Marco Antônio Velasco, índio Gaudino, entre, infelizmente, muito outros. Mas uns vão dizer, que esse tipo de barbaridade acontece em toda cidade... Mas será que acontece mesmo?

- Ter ouvido de várias garotas, no balanço pós-Micarê, a mais assanhadinha dizer: “Eu só fiquei com 2 meninos: um ex e um rolo antigo". Já, entre os homens, o mais devagar disse: "Fiquei só com 16 garotas... tava meio fraco!"
Ou seja, ou tinha homem beijando homem ou alguém está mentindo nessa história...

- Viver se vangloriando que aqui tem uma ótima qualidade de vida. Mas quando você precisa usar esse termo para falar de uma cidade, é porque ela é uma MERDA mesmo! : )